A Samsung ainda não conseguiu transformar seu assistente digital, o Bixby, em algo próximo do Google Assistente ou da Alexa e isso pode dificultar a saída do seu smart speaker, que deve chegar ao mercado no segundo semestre. A sul-coreana já anunciou investimentos no setor de inteligência artificial (IA), com objetivo de colocar o ajudante virtual próximo do patamar dos líderes, entretanto, ela traça uma outra estratégia para diferenciar seus produtos: um ecossistema para o lar, capaz de colocar todos os gadgets “conversando entre si” até 2020.
A ideia é fazer com que TVs, refrigeradores, máquinas de lavar e secar, entre outros eletrodomésticos, estejam todos conectados por internet. No ano passado, 52 milhões de lares nos Estados Unidos já possuíam pelo menos um alto-falante inteligente e esse número deve subir para 280 milhões até o final de 2022, de acordo com pesquisa da firma ABI. As cifras são atraentes e a companhia obviamente quer uma fatia desse bolo.
Assim, ao invés de concentrar o trabalho de mais mil pesquisadores e engenheiros que vêm sendo contratados para IA em smart speakers, a Sammy ampliaria o uso do Bixby como uma “ponte” para diversos itens. A versão 2.0 poderia levar uma ampla gama de tarefas a diferentes dispositivos, inclusive de terceiros. Assim, você poderia pedir uma pizza, abrir um game, chamar um veículo em aplicativos de carona, ligar a TV e tirar as roupas da máquina no mesmo sistema.
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